Vícios de linguagem: O vilão dos seus discursos

Entenda como os vícios de linguagem podem atrapalhar sua oratória. Veja alguns dos vícios de linguagem e melhore sua comunicação.

Você consegue reconhecer vícios de linguagem quando está fazendo alguma apresentação no trabalho, ou durante uma entrevista de emprego?

Sabia que vícios de linguagem prejudicam a comunicação, e tornam o seu discurso mais pobre e menos conciso?

A saber, vícios de linguagem são extravios das regras da língua portuguesa que aparecem tanto em textos quanto em pronunciamentos verbais.

Nesse sentido, eles podem ser categorizados como:

  • Pleonasmo;
  • Neologismo;
  • Barbarismo;
  • Solecismo;
  • Ambiguidade;
  • Cacófato;
  • Arcaísmo.

Inegavelmente quando estamos escrevendo, é mais fácil não cometer esses equívocos, pois é certo que podemos ler e revisar nossos textos, certo?

Contudo, no momento em que você está fazendo um discurso, sobretudo quando estiver improvisando, é necessário ter mais cuidado, uma vez que vícios de linguagem podem facilmente aparecer.

Principais vícios de linguagem

1-Redundância

A princípio, é muito importante que você saiba que existem muitas falhas na comunicação, e que esses erros podem te atrapalhar de diferentes maneiras.

Todavia, existem três em especial que são mais comuns entre as pessoas: redundância, pleonasmo e tautologia.

Nesse sentido, sendo redundante, você repete várias vezes palavras que já disse anteriormente.

Nesse hiato, o objetivo das pessoas ao repetirem as mesmas palavras pode ser:

  • Se apresentar, ou saudar outras pessoas;
  • Possuir o domínio da conversa;
  • Ser a pessoa indispensável no diálogo.

De fato, isso pode ser muito chato e irritante, e é por isso que você deve evitar efetuar essa negligência a todo custo.

Afinal, para desenvolver bons discursos é bacana diversificar as palavras e se fazer entender pelas pessoas de uma maneira clara e simples.

Por isso, para evitar esse erro brutal, antes de mais nada, é essencial ler e exercitar a sua capacidade de perceber a presença desses fatores na sua forma de se comunicar.

Além disso, a redundância também é uma concepção mais geral que outros conceitos como tautologia e pleonasmo.

É bastante comum perceber esse erro quando as pessoas estão se referindo a uma época específica, por exemplo.

Não vale a pena manter esse vício de linguagem nos seus discursos, acredite!

Ao passo que alguém não consegue se comunicar, dificilmente passará credibilidade em seus discursos, então assim, facilmente vai perder oportunidades ao longo da vida.

2- Tautologia e pleonasmo

Agora falando dos dois últimos erros que eu me comprometi a tratar mais a fundo com você nesse texto, vou começar pela tautologia.

Saiba que esse é um termo usado quando alguém repete muito a mesma ideia, utilizando palavras diferentes.

Em síntese, é quase como se o orador estivesse enrolando o público, um padding out clássico que causa tédio e pode gerar repulsa nas pessoas.

Então, tenha cuidado com isso.

Tenha algo de valor para falar, e diga de maneira concisa.

Por último, o pleonasmo é um erro de linguagem que muita gente comete, em que é comum se repetir tanto ideias como termos que possuem basicamente a mesma definição.

Existem muitos outros vícios de linguagem que podem atrapalhar sua oratória, o “tipo”, os “éé…” intermináveis no final de cada palavra dita, e até mesmo o então é isso no final das suas apresentações, são bons exemplos disso.

Contudo, cada um deles podem ser trabalhados e excluídos do seu vocabulário com prática e esforço. Conte conosco nesse processo.

Até mais.

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