Inovação aberta: Você conhece este conceito?

Inovação aberta: Você conhece este conceito?

Como sabemos, a inovação é essencial para a sobrevivência de qualquer negócio, e, a inovação aberta está cada vez mais presente nas organizações.

Aliás, a inovação aberta é aplicável não somente em inovações incrementais, como também em disruptivas.

A inovação aberta ocorre quando há um agente externo à organização, participando parcialmente ou integralmente do processo de desenvolvimento ou aprimoramento de algo, ou seja, da inovação.

Tradicionalmente, todo esse processo ocorria “de portas fechadas”, ou seja, desenvolvido exclusivamente por funcionários de uma organização.

A necessidade de inovar é indiscutível, mas centralizá-la no setor de pesquisa e desenvolvimento de apenas uma empresa, tem suas desvantagens.

Portanto, vamos destacar alguns dos principais benefícios da participação de atores externos.

  • Novas ideias
  • Diferentes perspectivas
  • Ambiente cooperativo
  • Redução de custos
  • Identificação de sinergias
  • Networking
  • Agilidade

Como tudo na vida, temos que considerar os prós e contras, e identificar o melhor caminho a ser tomado.

No caso da inovação fechada, por exemplo, a organização teria 100% de participação sobre os benefícios gerados.

Contudo, recomendamos que você avalie se é melhor ter uma parte de um grande projeto, ou 100% de um pequeno projeto (ou de projeto nenhum).

Mas, voltando aos benefícios de envolver outros stakeholders, temos algumas situações, em que esta escolha é sem dúvidas, a melhor das alternativas.

A inovação aberta em nosso dia a dia

Vivemos em um momento de crise, doenças, conflitos e problemas econômicos sempre fizeram parte do cotidiano.

Dessa forma, quando pensar nos avanços que tivemos, lembre-se que o mérito é da cooperação.

Especialmente sobre o avanço da medicina, criação de vacinas, laboratórios, universidades e startups.

Trazendo esta realidade para produtos do nosso cotidiano, talvez você não saiba, mas muitas empresas concorrentes também atuam de forma cooperativa.

Vamos pensar no mercado de smartphones, onde grandes marcas como Apple, Samsung, Motorola, Xiaomi e Huawei se destacam.

Você sabia que muitos dos componentes desses aparelhos, de marcas concorrentes, são desenvolvidos a partir de parcerias entre elas?

Talvez você esteja surpreso neste momento, mas saiba que esta é uma prática bastante frequente.

Em comum, todas estas empresas querem oferecer produtos inovadores ao mercado, como por exemplo uma tela mais resistente a quedas.

Em vez de cada empresa gastar milhões ou até bilhões em pesquisas de forma individual, elas dividem custos e posteriormente todas oferecem a tecnologia.

Mas onde fica o diferencial de cada marca?

Sim, essa é uma questão importante.

Mas, como dissemos anteriormente, a participação pode ocorrer de forma parcial.

Muitas empresas desenvolvem determinada tecnologia em parceria, e posteriormente procuram aprimorá-la ainda mais, dentro da empresa.

Desta forma, no caso dos smartphones, temos algumas diferenças na resistência da tela, na qualidade das câmeras, na durabilidade da bateria etc.

Todavia, vale lembrar que o agente externo não precisa ser necessariamente o seu concorrente.

Você também pode incluir a participação de clientes ou fornecedores, por exemplo.

O que não seria nada mal, não é mesmo?

Inovar com a participação externa oferece agilidade, diferentes culturas, diversidade, e certamente novos olhares.

Atuar de forma cooperativa pode oferecer redução de custos e gerar mais valor para a organização e para a sociedade.

Além disso, neste processo você ampliará seu networking, e possivelmente identificará novas sinergias, a fim de desenvolver novas soluções.

Esperamos sinceramente que você tenha gostado do nosso conteúdo sobre inovação aberta.

Conte sempre conosco!

Até breve.

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